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* Se eu pudesse

Autora: Lena Sena

Te daria o céu,

te daria o mar,

te daria as estrelas,

te daria o sol,

Se eu pudesse,

te daria tudo que precisasse,

te daria tudo que quisesse,

te daria tudo para te ver feliz,

para te ver caminhar pela vida,

para te ver crescer em suas ambições,

para te ver em suas realizações,

Se eu pudesse,

te daria tudo isso,

e tudo mais que almejasse,

Mas, se quiseres trocar tudo,

posso de dar apenas meu amor,

e todo amor que te dou,

poderá trazer tudo que quiseres.

Aos meus filhos,  * by Lena *

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* A Dor da perda

Autora: Lena Sena

Quando a dor vem,

acompanhada de uma perda ,

o coração se despedaça,

o semblante se entristece,

o amor se compadece,

a dor vem e o coração se aperta,

o olhar que se perde no ar,

o choro que vem me encontrar,

sinto saudade dos seus carinhos,

dos seus olhinhos a me fitar,

a pedir um carinho, um afago,

sinto falta de ti a me encontrar a cada chegada,

ao chegar de mansinho em minha cama,

aos seus beijinhos como se dissesse que me ama,

a saudade que toma conta do meu ser,

meu coração está triste por me sentir sem ação,

por não estar lá ao teu lado,

por não poder te dar o conforto, a proteção,

a saudade novamente toma conta do meu ser,

acompanhada de  alegria ao pensar,

que estás em algum lugar,

e de um dia ter,

a oportunidade de te ver,

e de te afagar em meus braços…


* Te amo, querido Marley, para sempre *

* by Lena*

* Saudades

Autora: Lena Sena

Saudades de ti,

de minha infância,

de minha mãe querida,

de seu colo, seus abraços,

saudades de mim,

de minha vida,

de minhas vivencias,

de meus amores e desamores,

saudades de ti,

de minha barriga,

de meus filhos queridos em meu ventre,

saudades de minha liberdade,

de minha felicidade,

Saudades de mim…

* by Lena *

* Os Coices da Vida

Autor: Desconhecido

Esta é a história de duas criaturas de Deus que viviam numa floresta distante há muitos anos atrás.
Eram elas, um cavalinho e uma borboleta;

A borboleta era livre,

Já o cavalinho, tinha grandes limitações,

Alguém colocou nele um cabresto e a partir daí sua liberdade foi cerceada.

A borboleta, no entanto, gostava de fazer companhia ao cavalinho,

por companheirismo, afeição, dedicação e carinho.

Assim, todos os dias, ia visitá-lo e sempre levava  um coice, e depois  um sorriso;

No entanto, ela esquecia os coices e guardava dentro do seu coração o sorriso.

O cavalinho insistia com a borboleta que lhe ajudasse a carregar o seu cabresto por causa do seu enorme peso

Ela, muito carinhosamente, tentava de todas as formas ajudá-lo,

mas,  era uma criaturinha tão frágil.

Os anos se passaram e numa manhã de verão a borboleta não apareceu para

visitar o seu companheiro;

Ele nem percebeu,

preocupado em se livrar do cabresto.

E o tempo passou até que chegou o inverno e o cavalinho

sentiu-se só e finalmente percebeu a ausência da borboleta.

Procurou-a por toda floresta e cansado se deitou embaixo de uma árvore.

Logo em seguida um elefante se aproximou e lhe perguntou quem era ele e o que fazia por ali.
-Eu sou o cavalinho do cabresto e estou a procura de uma borboleta que sumiu.
– Ah, é você então o famoso cavalinho?
– Famoso, eu?

– É que eu tive uma grande amiga que me disse que também era sua amiga e falava muito bem de você.

Mas afinal, qual borboleta que você está procurando?

– É uma borboleta colorida, alegre, que sobrevoa a floresta todos os dias visitando todos os animais amigos.

– Nossa!  mas era justamente dela que eu estava falando.

Não ficou sabendo? Ela morreu e já faz muito tempo;

–  Morreu? Como foi isso?
– Dizem que ela conhecia, aqui na floresta, um cavalinho,

assim como você e todos os dias quando ela ia visitá-lo, ele dava-lhe um coice.

Ela sempre voltava com marcas horríveis e todos perguntavam a ela quem havia feito aquilo,

mas ela jamais contou a ninguém.

Insistíamos muito para saber quem era o autor daquela malvadeza e ela respondia que só ia falar das visitas boas que tinha feito naquela manhã e era aí que ela falava com a maior alegria de você.

Nesse momento o cavalinho já estava derramando muitas lágrimas de tristeza e de arrependimento.

–  Não chore meu amigo, sei o quanto você deve estar sofrendo.

Ela sempre me disse que você era um grande amigo, mas entenda,

foram tantos os coices que ela recebeu desse outro cavalinho, que ela acabou perdendo as asinhas,

depois ficou muito doente, triste e sucumbiu e morreu;

E ela não mandou me chamar nos seus últimos dias?
– Não, todos os animais da floresta quiseram

lhe avisar, mas ela disse o seguinte;

“Não perturbem meu amigo com coisas pequenas,

ele tem um grande problema que eu nunca pude ajudá-lo a resolver.

Carrega no seu dorso um cabresto, então será cansativo demais pra ele vir até aqui.”

*******************************************

Você pode até aceitar os coices que lhe derem

quando eles vierem acompanhados de beijos,

mas em algum momento da sua vida,

as feridas que eles vão lhe causar,

não serão mais possíveis de serem cicatrizadas.

Quanto ao cabresto que você tiver que carregar

durante a sua existência,

não culpe ninguém por isso,

afinal muitas vezes,

foi você mesmo que o colocou no seu dorso, ou permitiu que fosse colocado.

“Espero que você possa aceitar as coisas como elas são…
Sem pensar que tudo conspira contra você…
Porque parte de nós é entendimento… a outra parte é aprendizado…

Que você possa ter forças para vencer todos os seus medos…
Que no final possa alcançar todos os seus objetivos…
Que tudo aquilo que você vê e escuta possa lhe trazer conhecimento….



* Pegadas na areia

Pegadas na Areia
Autora: Mary Stevenson

Uma noite eu tive um sonho…
Sonhei que estava andando na
praia com o Senhor,e através do
Céu, passavam cenas de minha vida.
Para cada cena que passava,percebi
que eram deixadas dois pares de
pegadas na areia;um era o meu e o
outro do Senhor.
Quando a última cena de minha vida
passou diante de nós,olhei para trás,
para as pegadas na areia,e notei que
muitas vezes no caminho da minha vida
havia apenas um par de pegadas na areia.
Notei também que isso aconteceu nos
momentos mais dificeis e angustiosos
da minha vida. Isso aborreceu-me deveras,
e perguntei então ao Senhor:
“Senhor, Tu me disseste que,uma vez que
eu resolvi Te seguir, Tu andarias sempre
comigo, todo o caminho, mas notei que
durante as maiores atribulações do meu
viver havia na areia dos caminhos da
vida, apenas um par de pegadas.
Não compreendo porque nas horas
em que eu mais necessitava de Ti,
Tu me deixastes”.
O Senhor respondeu:
Meu precioso irmão, Eu te amo e jamais
te deixaria nas horas da tua prova e
do teu sofrimento.
Quando vistes na areia apenas um par
de pegadas, foi exatamente aí que
** EU TE CARREGUEI EM MEUS BRAÇOS **